sábado, 29 de março de 2008

GRUPO DE DISCUSSÃO DE GÊNERO

Hoje, as 17h, no DCE, ocorreu a primeira reunião do GRUPO DE DISCUSSÃO DE GÊNERO que discute o machismo, opressão e o papel da mulher, tanto na universidade como na sociedade em geral. O objetivo é que as participantes, através de debates e discussões, tenham uma maior clareza, opinião e bagagem sobre o tema.

Nos dias 19, 20 e 21 de abril, em São Paulo, ocorrerá o ENCONTRO NACIONAL DE MULHERES DA CONLUTAS. Este encontro tem como finalidade a organização e construção de um programa de independente de luta. É um envento de extrema importância que não podemos deixar de participar!

Convidamos todas as mulheres e homens interessados para fortalecermos essa luta!
As reuniões acontecerão sempre as 17h dos sábados. No sábado que vem trataremos sobre a Lei Maria da Penha outras discussões ligadas ao tema. COMPAREÇA!


ENCONTRO NACIONAL DE MULHERES DA CONLUTAS
Resgatando a tradição de luta das mulheres trabalhadoras

Dias : 19, 20 e 21 de abril de 2008
Local: Clube de Regatas Tietê - São Paulo
Inscrições de 03/03 até 12/04

quinta-feira, 27 de março de 2008

SARAU Hoje!!!

Hoje tem Sarau no DCE!!!
Horário: 23:00
Local: Pátio do DCE
Data: 27-03-08
Violões e Vozes......................................................................

MOÇÃO DE REPÚDIO À INTERVENÇÃO DO GOVERNO REQUIÃO NA UNIOESTE

Na última eleição para a reitoria da UNIOESTE a chapa eleita foi impedida de assumir a gestão, por contra de uma intervenção do Governo do Paraná, que indicou a chapa derrotada.

Esse é um ataque que fere a autonomia universitária e faz parte dos projetos de Reforma Universitária e de REUNI do Governo Lula.

Nós, entidades e movimentos, repudiamos essa medida antidemocrática e exigimos que o reitor eleito possa ser empossado. Ambas as candidaturas não representam os interessas da educação pública, mas isso não impede que o Movimento Estudantil de Luta repudie essa atitude perniciosa de Requião.

Assinam: DCE UEM, DCE UFPR, DCE UFMG, DCE UFG, DCE UNB, DCE UFRJ, EXNEL, CONLUTE, DA IGC-UFMG, Grêmio ETER-FAETEC, CAEF UFG, CAEF UEM, CAM UEM.

ATO EM DEFESA DA UEM, CONTRA AS MENTIRAS DO GOVERNO E CONTRA A REPRESSÃO

O dia 1º de Abril será um dia marcado por mobilizações e lutas da juventude e dos trabalhadores em todo o país, desmascarando as mentiras dos Governos.

Em Maringá o DCE da UEM em conjunto com os Centros Acadêmicos organizará um Ato Público que terá concentração as 13:30, em frente a BCE.

O objetivo do Ato é exigir a Construção da Casa do Estudante, Café da Manhã no RU, o Fim das Taxas, Mais Verbas para a Educação, Abertura de Concurso Público para Professres e Funcionários Efetivos, Reposição Salarial para os Docentes e contra a Repressão Policial na Zona 7.

Participem!!!

REFORMA ADMINISTRATIVA E ACADÊMICA

O que é a Reforma Administrativa e Acadêmica?
Essa reforma nada mais é que uma proposta de modificação do Estatuto e Regimento Geral atuais de nossa Universidade. A proposta foi criada por uma comissão intitulada “Comissão de Sistematização” e visa como eixos norteadores quatro pontos: a Democratização, Descentralização, Desburocratização e Modernização.
Essa reforma é Democratizadora?
Não, pois visa o enxugamento dos Conselhos Superiores de nossa Universidade. Atualmente existe três Conselhos Superiores de deliberação, o Conselho Universitário (COU) que constitui o mais alto conselho de deliberação, sendo esse conselho superior ao próprio reitor, o Conselho de Ensino Pesquisa e Extensão (CEP) onde são discutidas as diretrizes curriculares dos cursos e matérias pertinentes a pesquisa e extensão e por fim o Conselho de Administração (CAD), um conselho super reduzido onde são discutidos as matérias referentes as finanças de nossa Universidade. Com essa proposta, além da pouca representatividade que os departamentos terão nesses conselhos, algumas de suas vagas serão ocupadas por membros de um novo conselho deliberativo, o Conselho Interdepartamental (COI).
O COI será um conselho deliberativo intermediário, pois existirá em nível de Centro. Com a criação desse novo conselho cada centro atuará como uma unidade desvinculada do conjunto da Universidade, gerando uma política endógena e ferindo a interdisciplinaridade que rege a Universidade. Medidas prejudiciais poderão ser aprovadas sem nosso conhecimento.Descentralizadora?De certo modo essa proposta é descentralizadora, pois descentraliza a tomada de decisões referentes a atividade fim de uma Universidade (o ensino), porém centraliza o poder administrativo. Essa proposta criará um super conselho de decisão, pois a decisão do CAD será a realidade dos centros, ou seja, a ordem do dia do COI.
Desburocratizadora?
Também não. Como pode ser observado no Organograma da proposta ela visa a criação de vários cargos e secretarias. Isso pode afetar diretamente a atividade fim da UEM, pois criará cargos comissionados e funções gratificadas (CC e FG), desviando as finanças que poderiam ir para o ensino para funções administrativas.
Então pelo menos ela é modernizadora?
Infelizmente essa proposta não prega nada nesse âmbito.
Ela não diz nada sobre paridade nos conselhos nem sobre voto universal para eleições da Reitoria. Fatos que seriam grandes avanços na concepção de Universidade.Como supracitado, infelizmente essa proposta não atinge nenhum de seus eixos norteadores e ainda ratifica a manutenção do Ensino a Distância, que está bem longe de ter a mesma qualidade que um curso presencial, também faz coro a cobrança de taxas e de mensalidades na pós-graduação. Por isso aqui fica o convite a você estudante participar da reunião do COU que discutirá a reforma. Nessa reunião será entregue a proposta para o Conselho. Essa reforma afeta diretamente nós estudantes e assim devemos reivindicar ao COU uma assembléia com poder deliberativo para que possamos participar diretamente dessa reforma.
Vale ressaltar que a universidade precisa sim de uma reforma, porém essa proposta se demonstra Antidemocráica, Centralizadora, Privatista e Burocratizadora.
Nós estudantes em conjunto com os servidores e docentes contrários a essa proposta podemos fazer a diferença durante a discussão e por isso devemos participar dessa reunião do COU. O DCE irá informar a data da reunião para todos particparem.

1º de Abril - Dia nacional de luta contra as mentiras do governo

O 1º de abril será um dia nacional de luta dos movimentos sociais, populares e sindical contra as mentiras do governo. A data foi aprovada como um dia de luta contra a transposição na Conferência dos Povos do São Francisco e do Semi-árido, realizada em Sobradinho (BA), entre 25 e 27 de fevereiro. Além da mentira dos benefícios da transposição do rio São Francisco, a Conlutas também vai denunciar outras mentiras do governo e levantar bandeiras:

- Em defesa do emprego, dos salários e pela redução da jornada de trabalho!

- Por serviços públicos de qualidade! Em defesa dos direitos do funcionalismo público!

- Contra a reforma universitária e o REUNI. Em defesa do ensino público, gratuito e de qualidade!

Abaixo, segue um modelo de panfleto nacional que pode ser reproduzido pelas entidades e movimentos ligados à Conlutas. As regionais devem agregar ainda as questões locais.

1º de abril: Contra as mentiras do governo Lula

Manifestações em todo o país vão transformar o 1° de abril em um dia nacional de luta contra as mentiras do governo.

Diga não à transposição do Rio São Francisco!
O Projeto de transposição do São Francisco não “vai acabar com a sede dos nordestinos”. O projeto é para satisfazer as grandes empreiteiras, que vão ganhar milhões de reais.

Esse dinheiro seria melhor investido em obras menores e mais eficientes, que respeitam o meio ambiente. A transposição do rio vai beneficiar os latifundiários e grandes produtores rurais do Nordeste, que vão receber 95% da água desviada do curso do rio.

Em defesa do emprego, dos salários e pela redução da jornada de trabalho!
A crise econômica dos Estados Unidos já começa a repercutir em nosso país e os empresários, com o apoio do governo, querem repassar a conta para os trabalhadores.

Na General Motors – GM, de São José dos Campos, os patrões querem reduzir direitos trabalhistas e implantar o banco de horas para contratar novos empregados.

A flexibilização dos direitos não garante mais empregos. Isso já foi provado para os metalúrgicos do ABC paulista, que perderam milhares de vagas de trabalho quando o seu Sindicato, filiado à CUT, aceitou a flexibilização.

Por serviços públicos de qualidade! Em defesa dos direitos do funcionalismo público!
Ao funcionalismo público está sendo imposto um ataque violento aos salários, às condições de trabalho e à aposentadoria. O governo está privatizando os serviços através das fundações estatais e das parcerias público-privadas, nas áreas de saúde, educação, ciência e tecnologia, transporte e outras. Quem depende dos serviços públicos é a população pobre. Por isso precisamos barrar os ataques aos direitos dos servidores e a privatização dos serviços.

Contra a reforma universitária e o REUNI!
A reforma universitária não está criando condições para a ampliação do acesso e permanência na universidade pública. Quem está ganhando dinheiro são os empresários do ensino superior, com a transferência de vagas para escolas de qualidade duvidosa e o pagamento das bolsas pelo governo. O REUNI privatiza o ensino público superior e, mesmo abrindo novas vagas, ataca a qualidade do ensino, com salas superlotadas, cortes orçamentários e desvios das verbas das escolas públicas.

Todas essas mentiras do governo são as diversas faces de uma única política: atacar os direitos trabalhistas, previdenciários e o serviço público, aplicando as reformas que beneficiam os banqueiros, grandes empresários brasileiros e as multinacionais.

Por isso lutamos e exigimos:

- Não à transposição do rio São Francisco

- Em defesa dos serviços públicos, dos salários e dos direitos dos servidores

- Em defesa do ensino público, gratuito e de qualidade

- Contra a flexibilização dos direitos e salários, pela redução da jornada de trabalho

- Todo apoio aos trabalhadores da GM

- Em defesa do direito de greve e de manifestação

*** EM MARINGÁ O ATO SERÁ NO DIA 1º, COM CONCENTRAÇÃO EM FRENTE A BCE, ÀS 13:30 E SERÁ CONTRA AS MENTIRAS DE REQUIÃO, EM DEFESA DA UEM E CONTRA A REPRESSÃO. PARTICIPEM!!!!***

segunda-feira, 24 de março de 2008

Reunião ampliada do DCE

Nesse sábado (29-03-08), no DCE - Bloco 6 - Sala 2, às 15:00 hs.

terça-feira, 18 de março de 2008

Alta Fidelidade 6


OE após cinco edições o Alta Fidelidade está de volta. Dessa vez, o evento passará a acontecer uma vez por mês e com sede fixa: a sede campestre da ADUEM (Associação dos Docentes da Universidade Estadual de Maringá). A idéia é realizar o evento sempre no último sábado de cada mês, sempre trazendo bandas locais e de fora, que primam pela qualidade.Além do apoio da ADUEM, também estamos contamos com a imensurável ajuda do DCE (Diretorio Central dos Estudantes). Sem dúvida o Alta Fidelidade passará a ser uma constante na fraca programação cultural maringaense, que insiste em atrações sertanejas, festas a fantasia e baladas em boates decorrentes de comissões de formatura.Resumindo, já era hora de dizer um basta. Não dá para ficar em casa trancado esperando até meia noite para sair de casa. Por isso, o Alta Fidelidade funcionará como um aperitivo para a vida noturna maringaense. Mas a expectativa é que as pessoas vejam que o aperitivo é tão saboroso quanto o prato principal.

Boletim do Comitê de Luta Estudantil (Composto pelo DCE e CA`s) - Para ampliar clique nas imagens